Você dobrou as toalhas com todo o cuidado. Aí vem o pedido: "Pode refazer? Aqui em casa a gente dobra em três." Na hora, dá um aperto. Parece que todo o seu trabalho foi questionado.
Não foi. Foi só uma informação sobre como aquela casa funciona.
Perguntar "como a senhora prefere?" não mostra que você não sabe. Mostra que você respeita a casa onde está.
Cada casa tem o seu jeito
Não existe um único jeito certo de dobrar uma toalha, temperar o feijão ou arrumar uma cama. Existe o jeito de cada família. Uma profissional experiente sabe disso e chega a uma casa nova pronta para aprender o padrão dela, mesmo que já faça aquilo há anos.
Errar faz parte de aprender
A psicóloga Carol Dweck, da Universidade Stanford, estudou por que algumas pessoas crescem com as críticas e outras travam. No livro Mindset, ela mostra a diferença entre achar que a nossa capacidade é fixa e entender que ela se desenvolve com prática e esforço. Quem pensa do segundo jeito vê a correção como caminho, e não como julgamento.
O que ajuda na hora
- Respire antes de responder. O primeiro impulso costuma ser se defender.
- Escute até o fim e, se precisar, peça para mostrarem como é.
- Repita o pedido com as suas palavras para ter certeza de que entendeu.
- Anote. Um caderno com as preferências da casa evita que o mesmo pedido apareça duas vezes.
Ser corrigida não é o mesmo que ser desrespeitada. Se a forma de falar passar do limite do respeito, isso merece uma conversa franca e, se for o caso, o apoio de quem intermediou a contratação.
Quem aprende rápido o padrão da casa ganha a confiança da família. E confiança, nesse trabalho, é o que traz estabilidade.
Cadastre o seu perfil na BDA e participe de processos seletivos para residências de alto padrão.
Cadastrar meu perfil

